Projeto Amor ao Perdido fortalece o compromisso social da Universidade
Publicado em 04/03/2026 | Última atualização em 04/03/2026.
O Projeto Amor ao Perdido, iniciado em 11 de fevereiro de 2026, no Memorial da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), constitui uma iniciativa de grande relevância acadêmica, social e cultural, ao articular preservação da memória, formação cidadã e compromisso institucional com as comunidades da Zona Norte do Recife.
A iniciativa surge da necessidade urgente de proteger um acervo histórico inédito e singular, composto por aproximadamente 4.000 documentos — entre filmes, fitas de vídeo, fotografias, jornais e textos — que registram a luta por moradia e o processo de urbanização das periferias recifenses, especialmente entre as décadas de 1980 e 2000. Trata-se de um repositório único, inexistente em outras instituições públicas da cidade, e que se encontra ameaçado pela ausência de tratamento técnico adequado.
Mais do que uma ação de salvaguarda documental, o Projeto Amor ao Perdido é, essencialmente, um projeto formativo e transformador. Ele promove a capacitação teórica e prática de jovens das comunidades da Guabiraba, Córrego do Jenipapo, Macaxeira, Dois Irmãos e Sítio dos Pintos nas áreas de história, memória e preservação documental. Os participantes recebem formação em técnicas de organização, higienização, conservação, catalogação, digitalização e acondicionamento de acervos históricos, adquirindo conhecimentos técnicos que ampliam suas perspectivas acadêmicas e profissionais.
Ao mesmo tempo em que preserva documentos fundamentais para a compreensão da formação urbana e social do Recife, o projeto fortalece o vínculo entre universidade e comunidade. A UFRPE reafirma, por meio dessa iniciativa, seu papel público e social, promovendo a democratização do acesso ao conhecimento e incentivando a produção de novas pesquisas. A digitalização e futura disponibilização pública do acervo ampliam o acesso à informação, estimulam investigações acadêmicas e garantem que histórias de resistência e organização popular não sejam apagadas pelo tempo.
O projeto tem como uma de suas idealizadoras a Profa. Dra. Marcília Gama (DEHIST), cuja atuação na História Social e na preservação documental fundamenta a proposta, que se destaca pelo caráter interdisciplinar e colaborativo. A equipe, composta por Ademir Bezerra, Alexsandra Pantaleão, Celso Lopes, Eutrópio Pereira, Julyanne Barbosa, Natália Ferreira, Pamella Biernaski, Priscila Pestana, Renata Pífano e Thulio Aragão, contribui para a consolidação das atividades desenvolvidas no Memorial da Universidade Federal Rural de Pernambuco, fortalecendo o alcance acadêmico e social da iniciativa.
Os impactos do projeto são amplos. No campo sociocultural, contribui para o fortalecimento da memória coletiva e para o reconhecimento da importância histórica das periferias recifenses. No âmbito educacional, promove formação técnica e crítica para jovens em situação de vulnerabilidade, ampliando horizontes e incentivando trajetórias acadêmicas. Do ponto de vista econômico, abre possibilidades futuras de atuação em áreas como gestão documental, preservação de acervos e pesquisa histórica. Além disso, estimula práticas sustentáveis de preservação, evitando perdas materiais e promovendo o uso consciente dos recursos informacionais.
O Projeto Amor ao Perdido reafirma que preservar documentos é preservar vidas, trajetórias e identidades. Ao valorizar a memória das comunidades e formar novos agentes do conhecimento, a UFRPE fortalece seu compromisso com a inclusão social, com a produção científica e com a construção de uma sociedade mais consciente de sua própria história.
Conheça mais sobre o projeto pelo instagram (@amor.ao.perdido)
O Projeto Amor ao Perdido, iniciado em 11 de fevereiro de 2026, no Memorial da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), constitui uma iniciativa de grande relevância acadêmica, social e cultural, ao articular preservação da memória, formação cidadã e compromisso institucional com as comunidades da Zona Norte do Recife.
A iniciativa surge da necessidade urgente de proteger um acervo histórico inédito e singular, composto por aproximadamente 4.000 documentos — entre filmes, fitas de vídeo, fotografias, jornais e textos — que registram a luta por moradia e o processo de urbanização das periferias recifenses, especialmente entre as décadas de 1980 e 2000. Trata-se de um repositório único, inexistente em outras instituições públicas da cidade, e que se encontra ameaçado pela ausência de tratamento técnico adequado.
Mais do que uma ação de salvaguarda documental, o Projeto Amor ao Perdido é, essencialmente, um projeto formativo e transformador. Ele promove a capacitação teórica e prática de jovens das comunidades da Guabiraba, Córrego do Jenipapo, Macaxeira, Dois Irmãos e Sítio dos Pintos nas áreas de história, memória e preservação documental. Os participantes recebem formação em técnicas de organização, higienização, conservação, catalogação, digitalização e acondicionamento de acervos históricos, adquirindo conhecimentos técnicos que ampliam suas perspectivas acadêmicas e profissionais.
Ao mesmo tempo em que preserva documentos fundamentais para a compreensão da formação urbana e social do Recife, o projeto fortalece o vínculo entre universidade e comunidade. A UFRPE reafirma, por meio dessa iniciativa, seu papel público e social, promovendo a democratização do acesso ao conhecimento e incentivando a produção de novas pesquisas. A digitalização e futura disponibilização pública do acervo ampliam o acesso à informação, estimulam investigações acadêmicas e garantem que histórias de resistência e organização popular não sejam apagadas pelo tempo.
O projeto tem como uma de suas idealizadoras a Profa. Dra. Marcília Gama (DEHIST), cuja atuação na História Social e na preservação documental fundamenta a proposta, que se destaca pelo caráter interdisciplinar e colaborativo. A equipe, composta por Ademir Bezerra, Alexsandra Pantaleão, Celso Lopes, Eutrópio Pereira, Julyanne Barbosa, Natália Ferreira, Pamella Biernaski, Priscila Pestana, Renata Pífano e Thulio Aragão, contribui para a consolidação das atividades desenvolvidas no Memorial da Universidade Federal Rural de Pernambuco, fortalecendo o alcance acadêmico e social da iniciativa.
Os impactos do projeto são amplos. No campo sociocultural, contribui para o fortalecimento da memória coletiva e para o reconhecimento da importância histórica das periferias recifenses. No âmbito educacional, promove formação técnica e crítica para jovens em situação de vulnerabilidade, ampliando horizontes e incentivando trajetórias acadêmicas. Do ponto de vista econômico, abre possibilidades futuras de atuação em áreas como gestão documental, preservação de acervos e pesquisa histórica. Além disso, estimula práticas sustentáveis de preservação, evitando perdas materiais e promovendo o uso consciente dos recursos informacionais.
O Projeto Amor ao Perdido reafirma que preservar documentos é preservar vidas, trajetórias e identidades. Ao valorizar a memória das comunidades e formar novos agentes do conhecimento, a UFRPE fortalece seu compromisso com a inclusão social, com a produção científica e com a construção de uma sociedade mais consciente de sua própria história.
Conheça mais sobre o projeto pelo instagram (@amor.ao.perdido)
